Design por um mundo melhor, hoje e amanhã.
27 de
julho
de 2010
| Postado em Design
Talvez você já tenha ouvido falar de Yves Behar ou do estúdio dele o FuseProject, mas com certeza você já ouviu falar das marcas Puma e GE. O que eles têm em comum? Recentemente o estúdio Fuseproject, liderado pelo Yves Behar desenvolveu 2 projetos inovadores para estas duas marcas. O que desenvolveu para a Puma já foi um case super legal, que resgata a essência do design, em cada estudo, projeto, tentativa de melhorar uma condição existente atendendo aos pré-requisitos básicos de estilo, linhas, cores e funcionalidade. Colocamos aqui um vídeo que explica este case.



Acaba de ser lançado o projeto em parceria com a GE. Nós que atendemos a GE aqui no Brasil em seu negócio financeiro (GE Money) conhecemos profundamente os valores da marca que foram construídos ao longo de muito tempo e os novos que se desenvolveram junto coma evolução da humanidade. Se bem que em se tratando de GE nunca se sabe o que veio primeiro, se a evolução da sociedade ou suas soluções. E este é um exemplo claro disso. Caso você não seja familiarizado com o termo Ecomagination, vale uma pesquisa no site http://www.ecomagination.com ou uma busca no Youtube pelos filmes desta divisão da GE que não é bem uma divisão, é um valor, uma crença que norteia todas as áreas desta que é uma das maiores empresas do mundo, desde o chão de fábrica até a alta gestão. Voltando a falar do projeto, a GE iniciou uma parceria com o estúdio de Yves Behar para desenvolver estações de reabastecimento para veículos elétricos. Quem já perambulou pela Europa já viu um ou outro lugar com uns postinhos com tomadas...não é bem esse o caso. Como não poderia deixar de ser, trata-se de uma proposta inovadora, com a importante missão de dar credibilidade a um cenário que cada vez mais precisa se tornar realidade. Em outras palavras, a GE está mostrando ao mundo que é possível. E se a GE diz isso, o mundo ouve. E esperamos, avance. Veja aqui um vídeo explicando o projeto.

COLÉGIO OSWALD E AS REDES SOCIAIS
20 de
maio
de 2010
| Postado em Digital
O colégio Oswald tem já há bastante tempo um evento chamado Biscoito Fino, que é um espaço para exposições e debates de idéias a respeito do que está acontecendo no mundo nos campos da educação, cultura, ciências, além das mudanças no nosso cotidiano. Para este ano, juntamente com a coordenação do projeto na escola ficou decidido dar um tratamento ainda mais especial para este evento tão celebrado pelos alunos, pais dos alunos e pela comunidade ao redor da escola. No primeiro evento do ano, que aconteceu em março o palestrante foi Guto Lacaz, um dos principais artistas plásticos brasileiros de todos os tempos, reconhecido internacionalmente pelo humor e surpresa com que retrata seus pensamentos a respeito de temas profundos da humanidade. Esta palestra deu início à exposição DESENHO, LOGO EXISTO, com trabalhos do artista que ficou nas dependências da escola por 2 meses e foi um sucesso.
O segundo palestrante do ano foi Marcelo Tas, jornalista, apresentador e entusiasta cibernético que dispensa apresentações. Como estávamos em fase de implantação do Oswald no universo das redes sociais, com página no Facebook, Canal no Youtube, Twitter e site novo que deve sair em breve, resolvemos aproveitar o gancho e fazer uma ação que desse mobilidade para esta palestra do Biscoito Fino. O tema da palestra do Tas foi “REDES SOCIAIS: VIRTUDES E EFEITOS COLATERAIS DA NOVA COMUNICAÇÃO DIGITAL.” Transmitimos AO VIVO pela internet, com direito a perguntas ao apresentador, divulgamos pelo twitter da escola, o Tas divulgou no Twitter dele, impactando mais de meio milhão de seguidores e a coisa se espalhou. Resultado: auditório lotado com mais de 200 pessoas entre pais, alunos e membros da comunidade local, mais de 500 pessoas acompanhando online a palestra do início ao fim e perguntas do mundo inteiro, do Japão aos Estados Unidos, passando por Inglaterra, Holanda e Itália. Para nós é muito importante e motivo de orgulho ter um cliente como o Oswald, que é o que diz ser, que está à frente na maneira como pensa sua presença em relação ao mercado no qual está inserido e que leva os assuntos adiante, estimula as discussões e cria um ambiente favorável para tal.

Vídeos: http://www.youtube.com/colegiooswald
Já ouviu falar de Techno-artists?
29 de
março
de 2010
| Postado em Digital
Um dos cabeças da área digital da W+K Amsterdam, o “Interactive Producer” Jamie Kim se tornou um dos colaboradores de conteúdo da Creativity Online e em seu texto de estréia nos apresentou um cara muito bem-humorado, criativo e ousado. Estamos falando de Stewart Smith, um programador de mão cheia com o empreendedorismo sem medos de um artista, comprometido com a experimentação contínua aliando programação e design. Os dois se conheceram durante o projeto do FIFA 10 para o cliente EA Sports e o que relatamos aqui é um resumo da entrevista com algumas imagens e links para os trabalhos de Stewart.

Sabe aquelas histórias que parecem mentira? Esta é uma delas, pois o cara conta que tudo começou meio como brincadeira, desde um fanzine sobre música e política que ele fazia e que cresceu de repente, assim como seu estúdio, o Stewdio. Ele conta (feliz da vida) que está trabalhando com gente que sempre admirou e que acha isto demais. Quando perguntado sobre a relação de tecnologia com arte e se acha que isto é uma moda ou algo passageiro, responde veemente: “as ferramentas de produção e nosso envolvimento constante com as questões do mundo evoluíram, vivemos num tempo diferente, estamos em 2010, pra quê pintar como se estivéssemos em 1510?” Defende, portanto a arte contemporânea, quando quer que seja.

Quando perguntado sobre quem puxa o trem das inovações em Techno-art, responde:

- Jodi (http://en.wikipedia.org/wiki/Jodi_(art_collective))
- Karsten Schmidt (http://toxi.co.uk/)
- Roel Wouters (http://www.xelor.nl/xelor/pile.php)
- Lust (http://www.lust.nl/)
- The 389 (http://the389.com/)
- Jürg Lehni (http://www.scratchdisk.com/)
- Rafael Rozendaal (http://www.newrafael.com/)
- ZKM (http://on1.zkm.de/zkm/e/)
- Andrey Ternovskiy (http://chatroulette.com/)
- Golan Levin (http://www.golanlevin.com/)
- David Reinfurt (http://www.o-r-g.com/)
- Diller Scofidio Renfro (http://dsrny.com/)

Com este último trabalhando num projeto chamado Terre Natale, uma vídeo-instalação que trata visualmente das informações de migração dos povos desde os primórdios. Basicamente junta toda informação existente a respeito das movimentações das populações pelo globo terrestre e o resultado é de arrepiar. No site do estúdio dá para ter um gostinho da instalação, postamos aqui um dos vídeos. Este trabalho faz parte de um projeto maior chamado Amazônia, que é uma ópera, ou como os organizadores estão chamando um teatro musical em 3 partes. Um encontro multimídia com a floresta. Muito bacana, resultado da parceria do instituto Goethe daqui com o de lá na Alemanha, além do apoio do SESC. Apresentações em São Paulo em Julho, visite o site: http://www.goethe.de/ins/pt/lis/prj/ama/ptindex.htm

Terre Natale - Remittances (Sifter) from Stewdio on Vimeo.


Para encerrar listamos alguns dos projetos pessoas tocados nas horas vagas, alguns viraram coisa séria outros abriram caminhos para inovar em programação e outros são só uma brincadeira mesmo.

- Browser Pong (http://stewdio.org/pong/). Lembra do joguinho Pong? Ele faz isso com o navegador, viciante.


- Jed's Other Poem (http://stewdio.org/jed/). Stewart criou num original Apple 2 de 1979 esta animação para uma música que gostava da banda Grandaddy. O vídeo acabou bombando, Stewart foi procurado pela banda e pela gravadora e este acabou virando o clipe oficial da música.


- Wind Maker (http://stewdio.org/windmaker/). Aplica as condições atuais do vento a um site. Não entendeu? Acesse e veja como funciona.


- Iquit (http://stewdio.org/iquit/). Cansado de alguma relação? Diga que merece que enviamos uma carta acabando com tudo.


- Histoface (http://stewdio.org/histoface/). Imagine uma fonte desenhada na janela Levels do Photoshop.


- Swin/Fly (http://stewdio.org/studies/swim/). Imagine um cara desses com um tempo livre, veja no que dá.


Quer ler a entrevista na íntegra? Clique no link:
http://creativity-online.com/news/wk-amsterdams-jamie-kim-interviews-stewdios-smith/142910.
O Guru que é um Guri
16 de
março
de 2010
| Postado em Mídia
Após o anúncio do Festival de Cannes de que a personalidade de mídia deste ano será Mark Zuckerberg (25), fundador e CEO do Facebook, pensamos em fazer uma avaliação e análise deste fenômeno. Impossível. Simplesmente porque ao parar para organizar as informações coletadas chegavam mais e mais novidades envolvendo o gigante das redes sociais a cada minuto. Resumidamente o que pode ser dito por nós de maneira mais abrangente é o que não escapa ao olhar de qualquer um plugado na internet: Facebook é um ícone de um novo cenário de relações interpessoais, com grande potencial de entretenimento e vendas e que trabalha numa escala global verdadeira, em tempo real.

Agora, para aprofundar um pouco nossa visão, vamos pegar um dos assuntos em pauta envolvendo o Facebook: sua relação, comparação, guerra com outro gigante, o Google.

Há alguns meses escrevemos alguns artigos sobre o mundo digital e as redes sociais para uma apresentação num cliente e naquele momento a situação era a seguinte: “...Ninguém duvida da eficácia da busca na web como geradora de resultados diretos. A monetização é mensurada no ato. Mas, para muitas ações e para determinados objetivos, as redes sociais podem ser mais eficazes na geração de tráfego que os portais de busca. E aí?

Como quase tudo em mídia, um não exclui o outro, aliás um reforça o outro, e muito. Pelo menos é o que defende Peter Hershberg, managing partner da Reprise media num artigo para o Ad Age Digital. Segundo ele, não são alternativas de marketing conflitantes ou concorrentes, mas sim complementares e é muito fácil entender seu raciocínio: “Facebook gera mais tráfego que o Google para alguns sites”. Para ele esta é uma constatação pra lá de óbvia (pra nós tb!), pois ninguém vai ao Google em busca da balada mais bacana assim como ninguém vai ao facebook na hora de descobrir onde fica a loja X mais perto de casa. (A diferença está nos MOMENTOS, não na mídia – esta parte é nossa). Ainda segundo ele, com o passar do tempo estas 2 alternativas passarão a se relacionar de maneira mais profunda, se alimentando uma da outra e facilitando para os usuários os resultados de suas buscas cada vez mais e com mais precisão. Um click após o outro o usuário passeiará pelos sites de buscas e pelas redes sem nem perceber. Mas para que isso aconteça de fato, as redes sociais deverão melhorar suas tecnologias de SEO (search engine optimization), fazendo com que conteúdos e links que suas comunidades abrigam sejam mais facilmente identificados na busca orgânica dos sites de busca. Este seria um cenário perfeito para nós, gente do marketing e da propaganda, uma vez que os 2 maiores geradores de tráfego da web caminhariam juntos. Em breve :)!...”

Como deu pra sentir pelo final do texto, uma previsão otimista que desconsiderava a briga pelos mesmos espaços. Hoje é fato, o Google tenta ser Facebook assim como o Facebook tenta ser Google.


Ta aí uma pesquisa que mais parece uma brincadeira, do site MyBrandz para que as pessoas vejam qual dos portais concentram seu maior número de amigos.

O Lançamento do Buzz pelo Google apenas reforçou esta tese e abriu caminho para mais especulações sobre a briga e até aonde isso pode chegar. Como não podia ser diferente deixamos isto em aberto e quem sabe num futuro próximo tratamos do assunto mais uma vez já num novo cenário? Felizes dos internautas que cada vez mais tem novas ferramentas para viver num mundo interligado.


Fontes: Mashable / Guardian / Bluebus / Facebakers
The Power of Proximity!
1 de
março
de 2010
| Postado em Mídia
Essa é uma apresentação da associação americana que regula mídia digital out of home, oferecida aqui pela ABDOOH. Dados para justificar um pouco do que acreditamos aqui na agência no que diz respeito a relação direta que existe entre PROXIMIDADE e RELEVÂNCIA, além da valorização do MOMENTO ao invés da mídia.

Tamanho não é documento?
26 de
fevereiro
de 2010
| Postado em Digital
Há poucos dias, foi lançado um dos produtos mais aguardados dos últimos tempos. Pra variar, coisa da Apple. Estou falando do Ipad, você com certeza já ouviu falar. Até mesmo porque um lançamento como este se espalha muito rápido. A intenção aqui, portanto não é apresentar o produto, tampouco listar os prós e contras, já feito e replicado por inúmeros blogs no mundo todo. A idéia deste post é discutir a frustração das pessoas com este lançamento. As últimas apresentações do Steve Jobs nos trouxeram aparelhos que revolucionaram o mercado e estava sempre muito claro o que é que fazia com que fosse tão especial. Nesta última (aliás, alvo de inúmeras paródias na internet) acredito que o verdadeiro diferencial era tão simples que até o Steve Jobs se complicou. Falou, falou e falou supervalorizando algo que não foi percebido pela audiência. Separei até um vídeo (fonte: neilcurtis.com) editado apenas com os adjetivos usados na apresentação. Qual o verdadeiro diferencial do Ipad? Na minha opinião é o tamanho da tela e a experiência proporcionada, a usabilidade. É quase mais poético do que prático. Nenhum atributo exclusivo ou sensacional, nada que só ele realmente faça, mas a experiência. A facilidade de navegação, a facilidade no manuseio, a mobilidade. Andam dizendo que é um grande Ipod Touch ou um grande Iphone com um tom pejorativo. Concordo. É um grande Iphone, mas isso é muito legal.

Nenhuma métrica é perfeita sozinha
26 de
fevereiro
de 2010
| Postado em Marketing Direto
Paul W. Farris, um dos autores do livro Marketing Metrics: 50+ Metrics Every Executive Should Master (Wharton School Publishing, 2006), ex-professor da Harvard Businees School e com uma carteira de clientes recheada por empresas como a Procter & Gamble, Apple e IBM definiu no Webinar AMA/Marketing VPN que as métricas de marketing continuam sendo o “elefante branco” nas salas de pesquisa.

Quando questionado sobre as melhores técnicas de medição, Farris responde que a melhor métrica depende do tipo de negócio que você está executando. Ainda assim, como parte do processo de atualização de seu livro e com o objetivo de determinar quais métricas são consideradas mais importantes no acompanhamento e gestão dos negócios, ele e seus colegas entrevistaram 194 profissionais de marketing, de diferentes ramos da indústria. Todos eles colecionavam títulos de gestores, diretores ou vice-presidente.

A conclusão a que se chegou já era esperada. Os métodos mais bem avaliados foram os que usam métricas financeiras. Na nova lista das top 10 métricas, somente satisfação do cliente e lealdade são fundamentadas no marketing. E ambas compartilham do mesmo problema: "Essas são algumas das métricas menos refinadas que temos", observou Farris. Por isso mesmo que, apesar de mais de uma década de pesquisas focadas em vincular ações de marketing para agregar valor, os gestores, em média, não estão convencidos de que a as métricas não financeiras estão perto de ser tão útil quanto as financeiras. A pesquisa sugere ainda, que o valor de métricas, assim como o customer lifetime value (CLV) ou o ROI, precisa ser comunicado com mais vigor para os usuários finais."

“Como nenhuma métrica é perfeita sozinha, os profissionais devem aprender a lidar com uma carteira ou quadro de métricas para avaliar melhor a dinâmica do mercado e a partir daí, derivar estratégias com foco e soluções”.

Starck veste verde.
Conheça o REVOLUTIONAIR!
25 de
fevereiro
de 2010
| Postado em Design
Philippe Starck acaba de revelar sua mais recente criação. São 2 modelos de turbinas eólicas para uso caseiro! Isso mesmo, agora, se você quiser gerar sua própria energia no quintal de casa ou telhado, basta investir nesta turbina que é praticamente uma escultura de um dos mais renomados designers mundo afora. O projeto todo foi desenvolvido em parceria com a italiana Pramac e os dois modelos, um em forma de quadrado e o outro (impressionante) helicoidal, serão vendidos respectivamente a 2.500 e 3.500 Euros. Há quem questione a verdadeira capacidade das turbinas em alimentar a energia de uma casa, mas de qualquer maneira vale pela iniciativa em tentar melhorar o mundo sem esquecer do design. Abre aspas para o Starck “Precisamos ajudar as pessoas a produzir energia, a entrar na luta.” “Este assunto não deveria ser uma chatice, temos que despertar o desejo nas pessoas para produzir energia”.



Para conhecer mais sobre o produto, acesse http://www.revolutionair-pramac.com/
Homem fala mais do que mulher!
24 de
fevereiro
de 2010
| Postado em Digital


Pesquisa realizada pela Harvard Business Publishing em 1/6/09 traz números no mínimo interessantes sobre os usuários do Twitter. Relata ume relação toda especial entre os homens, uns seguindo aos outros, mutuamente ou não e falando mais do que as mulheres. Tem gente dizendo que é porque menos de 200 caracteres é pouco pra tanto assunto!

- Segundo as pesquisa, 80% dos usuários no Twitter seguem ou são seguidos por pelo menos uma pessoa, enquanto nas outras redes sociais este número não chega a 65%!
- Embora homens e mulheres sigam praticamente o mesmo número de pessoas, homens possuem 15% mais seguidores que as mulheres;
- As mulheres representam 55% dos usuários do Twitter;
- Os homens possuem mais relações recíprocas, na qual um segue o outro e vice-versa;
- 10% dos usuários respondem por 90% do conteúdo, ou seja temos um seleto grupo formador de opinião e muitos espectadores. Nas outras redes, a média para os 10%mais freqüentes respondem por 30% de todo conteúdo. Ume bela diferença.
O mix é melhor! A neurociência explica.
24 de
fevereiro
de 2010
| Postado em Mídia
Simbologias iguais em meios diferentes aumentam o Brand Linkage (lembrança e reconhecimento de marca) e a intenção de compra. Segundo a neurociência, o processo de compra passa obrigatoriamente por três etapas: Memorização, Familiaridade e Intenção de compra, ou seja, precisamos ser reconhecidos, assimilados e aí então é que podem comprar nossos produtos ou serviços.

Seguindo a lógica da sobreposição dos meios, o mais inteligente a fazer é utilizar a verba disponível tentando buscar o ponto de melhor aproveitamento de cada meio. Não precisa aumentar a verba de TV para fazer revista, por exemplo. É uma estratégia de investimento que busca a intenção de compra, sacrificando as vezes um pouco da freqüência por uma maior cobertura. Isso se justifica porque quanto mais caminhos uma informação levar para entrar no nosso cérebro, melhor para memorizarmos (que é o primeiro passo no processo de compra). Um bom exemplo prático disso é que você lembra melhor de uma pessoa que encontrou 3 vezes em lugares diferentes do que de alguém que encontrou 3 vezes no mesmo lugar. A neurociência também confirma o que já sabíamos, que campanhas criativas trazem resultados melhores, pois todo esforço está em sensibilizar o cérebro de forma positiva.

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